Lembrei de... amigas gateiras

Enfeite fofo para a árvore de natal. E ainda por cima estava com 75% de desconto. Lindo, né?



 
Tati, achei teu pet shop favorito em Québec. Morri de tanta coisa linda que vi.



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Lembrei de... mamãe

Caminhando pela cidade, pelos shoppings, sempre passamos por lugares ou vemos algo que nos faz lembrar de alguém. Então vou começar uma série de mensagens com fotos de coisas que me fizeram lembrar de um parente, um amigo, um conhecido...


Vou começar por mamãe. Mãe, diga aí se não parece a Europa.




 




E, até achei um studio para alugar que achei a sua cara, dentro da cidade murada, acho que na Rue St-Louis.




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A viagem: vôo Miami-Montreal

Sobre esse trecho da viagem eu não tenho muito a dizer, pois comecei a dormir com o avião ainda em terra.

Resumindo:

- O avião estava lotado então perdi a mamata das 3 poltronas só para mim.

- O avião era um pouco menor que o outro (era um 737), mas ainda com 3 poltronas separadas por um corredor e tinha uma tela de tv menor (de tubo!) no corredor a cada 3 ou 4 fileiras.

- Não tinha um travesseirinho ou cobertor para contar a história.

- O fone de ouvido custava 2 dolares, então, lembrem-se de surrupiar um do vôo anterior.

- Passou um carrinho com bebidas, mas eu tive a impressão, entre um cochilo e outro, que era tudo pago então nem abri o olho.

- Não me lembro de termos passado por nenhuma turbulência, mas pode ter passado desapercebido ao meio de meus sonhos.

Enfim, dormi tanto que quando me dei conta estavamos descendo. E acabei preenchendo o papel da imigração que dão no vôo enquanto o avião descia e eu via Montreal pela janela. Até agora não sei como consegui preencher aquilo adequadamente. Mas, no final deu certo.

No próximo post falarei sobre a imigração e a noite que passei no aeroporto de Montreal.

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A viagem: aeroporto de Miami

Como eu disse chegamos em Miami bem no horário. Sair do avião com minha "malinha" de mão continuou a ser um sacrifício. E o caminho até a imigração é bem longo. Felizmente, na metade do caminho, um casal de brasileiros teve dó de mim e me ajudou a carregá-la.

Chegando na imigração dei a maior sorte que o guichê ao lado do que eu estava abriu naquele minuto e acabei sendo a primeira atendida. Passar pela imigração americana foi tranquilo. Foi só passar as digitais pelo leitor e ter o passaporte carimbado (tem mais uma historinha que conto depois). Andei mais um pouco com minha linda malinha de mão de 14kg e peguei as duas malas na esteira. No entanto, acho que porque eu declarei estar com comida (apenas algumas castanhas e chocolate) fui encaminhada para um local onde tive que passar todas malas pelo raio-x (como quando a gente entra no Brasil). Foi uma canseira ter que, sozinha, tirar tudo do carrinho de novo. Mas, foi tudo ok e pude continuar sem maiores problemas.

Hora de jogar as malas para para a conexão (sim, deixa-se as malas em um local determinado e se reza para que elas cheguem ao destino final) e ir pegar a conexão. Lá fui eu novamente passar pela revista de segurança que achei bem tranquila em se tratando dos USA. Ah, quase, mas quase mesmo que eu deixo meus casacos por lá. Quando vamos para a revista temos que deixar o carrinho do lado de fora e nessa eu esqueci meu casaco nele! Sorte que uma funcionária ficou gritando, perguntando de quem era o casaco esquecido, e eu ainda estava na fila. Rs. Casaco recuperado, passei pela segurança e, aos trancos e barrancos, carreguei minha mala de mão até o portão de embarque (sim, dessa vez NINGUÉM me ajudou), que é LONGE para burro.

Cheguei em frente ao portão de embarque quase 1 hora antes dele abrir então foi muito tranquilo com relação ao tempo. Ainda me arrastei até uma loja que vendia revistas ao lado para comprar uma água e esperei até chamarem o vôo, pois não tive mais coragem de arrastar a mala até uma lanchonete (acho que subway) que tinha a 20 metros do portão de embarque).

Na hora certinha chamaram para o embarque e iniciei mais uma etapa de minha viagem rumo ao Quebec.

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A viagem: vôo Recife-Miami

Quando eu estava pesquisando as diferentes companhias aereas uma das minhas maiores dúvidas era como seria o avião da American Airlines. Vi que era um 757, logo, um avião relativamente pequeno. Mas, queria saber mais e obter essa informação foi um pouco difícil. Assim, vou tentar postar aqui o máximo de detalhes possíveis para assim ajudar alguém que tenha as mesmas dúvidas que eu.

O avião é pequeno. Não sei se é o mesmo, mas se parece muito com os que fazem vôos nacionais no Brasil. São duas fileiras de 3 poltronas com um corredor no meio. Mas, não achei as poltronas muito apertadas. Também, tenho que dizer que apesar do vôo estar cheio eu tive a maior sorte de ir sozinha em uma fileira de 3 cadeiras. Então deu até para deitar e dormir (ainda mais com 3 travesseiros e 3 cobertores só para mim). Por ser um avião pequeno ele baçança mais que um 777, por exemplo. E por isso na primeira metade do vôo (até sair da América do Sul) senti ele balançando várias vezes, o que sempre causa um pouco mais de tensão.

Como outras pessoas já comentaram em outros blogs esse avião não tem tela individual de vídeo com trocentos filmes a escolha. São telas no corredor a cada 4 ou 5 fileiras que passa um filme em inglês - e as vezes ele é interrompido . Quando eu comprei a passagem tomei o cuidado de verificar no seatguru qual a poltrona que ficava em uma boa posição com relação à tela (nem muito longe, nem muito perto) e aconselho a todos que o façam também.

Outro ponto importante é a comida. Primeiro de tudo no meu vôo o carrinho sempre passava do começo do avião em direção ao fim. Então se tiver opção escolha ficar nas primeiras fileiras porque senão o carrinho da comida chega e meia hora depois chega o das bebidas. Ou seja, vai comer no seco. Foi o que aconteceu comigo,. Quando fui escolher a poltrona, como não tinha no começo do avião eu escolhi no fim, pois além de não ter a asa atrapalhando a visão pensei que serviriam com um carrinho indo pelo começo do avião e outro pelo final (como aconteceu em outras viagens que já fiz), de sorte que estando nas últimas poltronas seria servida logo. Mas, isso não ocorreu. Enfim, foi servido um almoço logo no começo do vôo e um sanduíche mais ao final. A comida é boa, dentro dos padrões que se espera de comida de avião, e o sanduíche era particularmente grande. Nada a reclamar quanto a isso.

Por fim, chegamos a Miami no horário previsto e o atendimento das aeromoças (moças?) foi dentro do normal.

Então, vale a pena ir pela American Airlines?

Acho que depende de vários fatores. Para mim o preço camarada da passagem one way (metade da Air Canada), a franquia maior da bagagem de mão e o fato de não ter que ir a SP (que me obrigaria ter saído de João Pessoa às 5h da manhã – ou seja, ter passado a noite em claro para estar no aeroporto às 3h) compensou o menor conforto da AA e os trechos que fiz por terra (JP/Recife e Montreal/Quebec). Mas, pode não compensar para quem tem crianças ou para quem sai do sudeste, por exemplo. Cada caso é um caso.

Vou continuar, em outros posts, contando o resto da viagem até Quebec.

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A viagem: Embarque no Recife

Vou tentar, aos poucos, postar algo sobre a viagem. Como já disse eu fiz o trajeto Recife/Miami/Montréal pela American Airlines e depois Montréal/Québec de ônibus pela Orleans Express.

Ao chegar no aeroporto de Recife fui inicialmente pesar minhas malas em um guichê vazio e para meu desespero uma das malas tinha 34kg e a outra 36kg! Então não há mais nada a fazer a não ser abrir tudo no meio do saguão e deixar 6kg de coisas imprescindíveis para trás. Deixei as duas malas com 31,5kg e fui em frente.

Próxima parada: Receita Federal. Fui entregar a e-dpv e declarar os bens eletrônicos que estava trazendo. Quando cheguei não havia fila, mas mesmo assim demorei aproximadamente meia hora para fazer tudo. O fiscal olhou todos meus comprovantes de compra de dólar e também todos os bens que eu declarei estar levando, inclusive um que estava no meio da mala. Logo, tive que abrir mala, tirar o bem e arrumar tudo de novo. Lá vai mais tempo.

Finalmente, corri para o guichê da American Airlines que já tinha uma boa fila. Quando chegou minha vez notei que a balança do guichê da AA estava dando quase 2kg a mais que a outra do próprio aeroporto. Eu observei isso, mas não me foi cobrado nenhum excesso.

Quando o check-in foi finalizado já estava na hora de me despedir de todos e embarcar. Melhor assim, na pressa, que a gente não tem tempo de processar a despedida. Quando viu, já foi.

Lá fui eu rumo ao avião que me levaria até Miami. Felizmente uma alma caridosa - que estava indo a Vancouver! - me ajudou a levar minha meiga mala-de-mão-sem-rodinhas de 14kg (também conhecida por mala sem alça) até o avião. Serei eternamente grata a todos que ao longo da viagem me ajudaram com essa bendita mala de mão... Não sei se ainda teria mão sem a ajuda dessas pessoas...

Em outro post falo da viagem Recife/Miami pela American Airlines.

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Pagando mico - Parte I

Quem nunca pagou mico que atire a primeira pedra. Depois de dois dias de Canadá, claro que já deu para dar alguns foras. Vou listando o que eu for lembrando...

1 - Esquecer de dar a gorjeta do garçom. Tá, foi no primeiro dia aqui e eu ainda estava no ritmo dos 10% já incluído na conta. Mas, consegui corrigir a tempo. rs.

2 - Não conseguir entender o complicado mecanismo da porta do meu quarto. Depois de 10mn tentando fechá-la a chave, sem sucesso, tive que chamar o dono do B&B para que ele me explicasse.

3 - Esperar que a porta do ônibus abra na parada e como não abriu gritar para o motorista desligado: "ouvrez la porte s'il vous plaît". O ônibus em peso olhar para você e no mesmo instante você perceber que tem escrito em letras garrafais na porta que o passageiro que deve puxar para abrir.

Por enquanto é só pessoal... rs.

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